quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Espreme que sai sangue - um estudo do sensacionalismo na imprensa



O autor investiga o fenômeno do sensacionalismo na imprensa sob várias dimensões: sua história através dos tempos, sua produção, e as razões mais profundas que fazem com que um amplo público seja atraído por este produto. 

O livro analisa como a linguagem utilizada remete ao inconsciente dos consumidores atendendo a necessidades psicológicas e investiga os mecanismos que interagem no processo de atração e compra do sensacional.

Esta obra teve origem na tese de doutorado, defendida na Escola de Comunicações e Artes da USP (Universidade de São Paulo), intitulada: "Espreme que sai sangue - um estudo sobre o sensacionalismo na imprensa, tendo como objeto o jornal Notícias Populares".

Utiliza as instâncias freudianas (id, eg e superego) e autores próximos a Freud para explicar de que forma o sensacionalismo atua no inconsciente do leitor.

Lembra o episódio do "nascimento do Bebê Diabo", uma invenção dos editores de Notícias Populares para incrementar a venda da publicação. Durante 22 edições, o Bebê Diabo foi manchete do NP.
 

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