O autor investiga o fenômeno do sensacionalismo na imprensa sob várias
dimensões: sua história através dos tempos, sua produção, e as razões
mais profundas que fazem com que um amplo público seja atraído por este
produto.
O livro analisa como a linguagem utilizada remete ao
inconsciente dos consumidores atendendo a necessidades psicológicas e investiga os mecanismos que interagem no processo de
atração e compra do sensacional.
Esta obra teve origem na tese de doutorado, defendida na Escola de Comunicações e Artes da USP (Universidade de São Paulo), intitulada: "Espreme que sai sangue - um estudo sobre o sensacionalismo na imprensa, tendo como objeto o jornal Notícias Populares".
Utiliza as instâncias freudianas (id, eg e superego) e autores próximos a Freud para explicar de que forma o sensacionalismo atua no inconsciente do leitor.
Lembra o episódio do "nascimento do Bebê Diabo", uma invenção dos editores de Notícias Populares para incrementar a venda da publicação. Durante 22 edições, o Bebê Diabo foi manchete do NP.
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